Flávio Queiroz, Advogado

Flávio Queiroz

Brasília (DF)

Principais áreas de atuação

Direito do Trabalho, 100%

Conjunto de normas jurídicas que regem as relações entre empregados e empregadores, são os direit...

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Flávio Queiroz, Advogado
Flávio Queiroz
Comentário · há 7 anos
Li o máximo dos comentários sobre o texto e, sinceramente, acredito que todos estão corretos, aqueles que defendem que a advocacia não é "feira", aqueles que defendem que o mercado está sobrecarregado, aqueles que defendem que devemos iniciar nossas atividades em algum escritório, para com isso, conseguirmos alguma experiência, aqueles que defendem que a OAB tem que acabar com a inercia e agir em prol dos profissionais, aqueles que defendem que a culpa é da criação, cada vez mais "fácil" de cursos de direito. Mas, sinceramente, estou no mercado de trabalho a mais de 13 anos, infelizmente, ainda trabalhando para os outros, talvez pelo fato de ter escolhido advogar na área trabalhista, de sorte que, conseguir a cartela de clientes é muito mais complexo, ainda mais quando o foco sempre fora para defesa das reclamadas.
Enfim, não é o caso.
De qualquer forma, não é esse o foco do meu comentário, além de congratular o doutor que fez as ponderações desse texto, muito bem colocadas, ele nos fez uma indagação, como é a expectativa para o futuro em nossas regiões, aqui em Brasília, para minha área, não muito animadoras. Na verdade, bem desanimadoras.
Quando comecei a advogar, todos aqui tinham meio que um acordo velado, pois ninguém aceitava fazer uma audiência de instrução, por exemplo, por menos do que um salário mínimo, hoje parece mais balaio de gato em cima do telhado, falta sair tapas para ver quem faz uma audiência de instrução por R$ 150,00, simplesmente, absurdo.
Então, o que temos que fazer, senão garantir a qualidade do nosso trabalho e mostrar ao cliente o porquê ainda advogamos para ele e não aquele que cobra valores irrisórios. Temos que mostrar que a nossa vasta experiência compensa cada centavo gasto, que a nossa habilidade, um tanto quanto apurada, ajuda-o a evitar prejuízos desnecessários que outros colegas empresários tomaram por escolherem advogados pelo leilão, na modalidade menor preço.
Mas, infelizmente, como um doutor comentou, o fato de termos que garantir o pão de cada dia, ou seja, matar um leão por dia, está prejudicando mais e mais a nossa profissão.
Então, tenho por mim, que não cabe apenas à OAB regulamentar ou exigir condições melhores, temos, sim, é que exigir preços mais justos, tendo a retaguarda de sabermos que outros colegas também o exigirão, de forma que o cliente vai saber que não adianta ficar fazendo feira, pois somos uma classe unida e que todos nós, não apenas os grandes escritórios, nem os médios, nem os pequenos, mas, sim, toda a advocacia quer preços justos e luta por isso, então comecemos a cobrar, que não seja perto dos valores da tabela da OAB, mas valores que ao menos garantam os custos para realização da diligência, da audiência, da sustentação oral, enfim, que nos garantam a sobrevivência.
Por fim, acredito que a advocacia será alavancada, quando justa e perfeita for a união de todos os advogados.
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Flávio Queiroz, Advogado
Flávio Queiroz
Comentário · há 7 anos
Olá doutoras e doutores.
Li o máximo dos comentários sobre o texto e, sinceramente, acredito que todos estão corretos, aqueles que defendem que a advocacia não é "feira", aqueles que defendem que o mercado está sobrecarregado, aqueles que defendem que devemos iniciar nossas atividades em algum escritório, para com isso, conseguirmos alguma experiência, aqueles que defendem que a OAB tem que acabar com a inercia e agir em prol dos profissionais, aqueles que defendem que a culpa é da criação, cada vez mais "fácil" de cursos de direito. Mas, sinceramente, estou no mercado de trabalho a mais de 13 anos, infelizmente, ainda trabalhando para os outros, talvez pelo fato de ter escolhido advogar na área trabalhista, de sorte que, conseguir a cartela de clientes é muito mais complexo, ainda mais quando o foco sempre fora para defesa das reclamadas.
Enfim, não é o caso.
De qualquer forma, não é esse o foco do meu comentário, além de congratular o doutor que fez as ponderações desse texto, muito bem colocadas, ele nos fez uma indagação, como é a expectativa para o futuro em nossas regiões, aqui em Brasília, para minha área, não muito animadoras. Na verdade, bem desanimadoras.
Quando comecei a advogar, todos aqui tinham meio que um acordo velado, pois ninguém aceitava fazer uma audiência de instrução, por exemplo, por menos do que um salário mínimo, hoje parece mais balaio de gato em cima do telhado, falta sair tapas para ver quem faz uma audiência de instrução por R$ 150,00, simplesmente, absurdo.
Então, o que temos que fazer, senão garantir a qualidade do nosso trabalho e mostrar ao cliente o porquê ainda advogamos para ele e não aquele que cobra valores irrisórios. Temos que mostrar que a nossa vasta experiência compensa cada centavo gasto, que a nossa habilidade, um tanto quanto apurada, ajuda-o a evitar prejuízos desnecessários que outros colegas empresários tomaram por escolherem advogados pelo leilão, na modalidade menor preço.
Mas, infelizmente, como um doutor comentou, o fato de termos que garantir o pão de cada dia, ou seja, matar um leão por dia, está prejudicando mais e mais a nossa profissão.
Então, tenho por mim, que não cabe apenas à OAB regulamentar ou exigir condições melhores, temos, sim, é que exigir preços mais justos, tendo a retaguarda de sabermos que outros colegas também o exigirão, de forma que o cliente vai saber que não adianta ficar fazendo feira, pois somos uma classe unida e que todos nós, não apenas os grandes escritórios, nem os médios, nem os pequenos, mas, sim, toda a advocacia quer preços justos e luta por isso, então comecemos a cobrar, que não seja perto dos valores da tabela da OAB, mas valores que ao menos garantam os custos para realização da diligência, da audiência, da sustentação oral, enfim, que nos garantam a sobrevivência.
Por fim, acredito que a advocacia será alavancada, quando justa e perfeita for a união de todos os advogados.
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Flávio Queiroz, Advogado
Flávio Queiroz
Comentário · há 7 anos
Olá doutoras e doutores.
Li o máximo dos comentários sobre o texto e, sinceramente, acredito que todos estão corretos, aqueles que defendem que a advocacia não é "feira", aqueles que defendem que o mercado está sobrecarregado, aqueles que defendem que devemos iniciar nossas atividades em algum escritório, para com isso, conseguirmos alguma experiência, aqueles que defendem que a OAB tem que acabar com a inercia e agir em prol dos profissionais, aqueles que defendem que a culpa é da criação, cada vez mais "fácil" de cursos de direito. Mas, sinceramente, estou no mercado de trabalho a mais de 13 anos, infelizmente, ainda trabalhando para os outros, talvez pelo fato de ter escolhido advogar na área trabalhista, de sorte que, conseguir a cartela de clientes é muito mais complexo, ainda mais quando o foco sempre fora para defesa das reclamadas.
Enfim, não é o caso.
De qualquer forma, não é esse o foco do meu comentário, além de congratular o doutor que fez as ponderações desse texto, muito bem colocadas, ele nos fez uma indagação, como é a expectativa para o futuro em nossas regiões, aqui em Brasília, para minha área, não muito animadoras. Na verdade, bem desanimadoras.
Quando comecei a advogar, todos aqui tinham meio que um acordo velado, pois ninguém aceitava fazer uma audiência de instrução, por exemplo, por menos do que um salário mínimo, hoje parece mais balaio de gato em cima do telhado, falta sair tapas para ver quem faz uma audiência de instrução por R$ 150,00, simplesmente, absurdo.
Então, o que temos que fazer, senão garantir a qualidade do nosso trabalho e mostrar ao cliente o porquê ainda advogamos para ele e não aquele que cobra valores irrisórios. Temos que mostrar que a nossa vasta experiência compensa cada centavo gasto, que a nossa habilidade, um tanto quanto apurada, ajuda-o a evitar prejuízos desnecessários que outros colegas empresários tomaram por escolherem advogados pelo leilão, na modalidade menor preço.
Mas, infelizmente, como um doutor comentou, o fato de termos que garantir o pão de cada dia, ou seja, matar um leão por dia, está prejudicando mais e mais a nossa profissão.
Então, tenho por mim, que não cabe apenas à OAB regulamentar ou exigir condições melhores, temos, sim, é que exigir preços mais justos, tendo a retaguarda de sabermos que outros colegas também o exigirão, de forma que o cliente vai saber que não adianta ficar fazendo feira, pois somos uma classe unida e que todos nós, não apenas os grandes escritórios, nem os médios, nem os pequenos, mas, sim, toda a advocacia quer preços justos e luta por isso, então comecemos a cobrar, que não seja perto dos valores da tabela da OAB, mas valores que ao menos garantam os custos para realização da diligência, da audiência, da sustentação oral, enfim, que nos garantam a sobrevivência.
Por fim, acredito que a advocacia será alavancada, quando justa e perfeita for a união de todos os advogados.
Cordialmente.
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